O que é bom para os funcionários e para o bem-estar no local de trabalho é bom para os negócios.

Esse fato simples, amplamente adotado por profissionais de Recursos Humanos, molda todos os aspectos da força de trabalho moderna – desde opções flexíveis de deslocamento até as estratégias de engajamento dos funcionários. Os colaboradores bem-sucedidos criam negócios de sucesso e o RH tem o poder de impactar isso.

Uma forte estratégia de engajamento dos funcionários, que valorize o bem-estar no local de trabalho, não apenas atrai os talentos certos, mas também ajuda a desenvolvê-los e retê-los. 70% dos profissionais de RH relatam que essas iniciativas impactam positivamente a retenção de funcionários e 61% acreditam que elas melhoram o engajamento dos colaboradores e a produtividade geral.

Os principais candidatos a emprego hoje são motivados por mais que apenas um salário. Em uma pesquisa recente, 95% dos candidatos acreditavam que a cultura é ainda mais importante do que a remuneração na determinação de uma escolha de emprego. É por isso que é tão importante entender o valor dos benefícios corporativos. Para isso, a primeira coisa que precisamos fazer é mudar a forma como pensamos sobre a remuneração dos funcionários.

Enquanto máquinas de café expresso, mesas de pingue-pongue e happy hours são ótimos para criar motivação e gerar uma sensação de equilíbrio entre a vida pessoal e a profissional, o fato inegável permanece; uma cultura empresarial não pode ser comprada. É um investimento de longo prazo que exige que sua empresa e seus funcionários estejam alinhados ao que é importante.

“Empresas que investem na experiência do funcionário são 4 vezes mais rentáveis e têm mais de 2 vezes a receita média.”

De acordo com uma pesquisa sobre Tendências de Capital Humano, mais de 50% dos entrevistados da pesquisa consideram os Programas de Bem-Estar como “valiosos” ou “altamente valiosos” para os funcionários. Mesmo assim, grandes lacunas permanecem entre os benefícios que os funcionários valorizam e o que as empresas estão oferecendo. A pesquisa demonstrou ainda que a porcentagem de pessoas que classificaram o bem-estar no local de trabalho como “importante” ou “muito importante” permaneceu consistentemente alta nos mercados globais, independentemente do tamanho da empresa.

À medida que a linha entre trabalho e vida se torna ainda mais obscura, os funcionários estão exigindo que as organizações expandam suas ofertas de benefícios para incluir uma ampla gama de programas de saúde física, mental, financeira e espiritual. Em resposta, os empregadores estão investindo em programas de bem-estar no local de trabalho como estratégia de responsabilidade social corporativa e de aquisição e retenção de talentos.

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Os protagonistas da transformação

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