Já se passaram quase seis meses desde que o mundo teve uma mudança completa em como as pessoas vivem. Sabemos que a saúde mental e a síndrome de burnout (esgotamento profissional) continuam a ser um problema significativo para os indivíduos que trabalham durante a pandemia.

Como o COVID-19 continua a nos desafiar, os funcionários afirmam se sentirem menos preparados, menos informados e menos apoiados. No início da pandemia, empresas e executivos assumiram a liderança na proteção de funcionários, retendo clientes e garantindo o futuro de sua organização. Mas, de acordo com os dados mais recentes da empresa global de análise e consultoria Gallup, à medida que esses esforços diminuem junto com as medidas de proteção, os funcionários sentem que as consequências estão afetando diretamente seu bem-estar e desempenho. É quando eles tendem a apresentar sintomas de esgotamento.

Embora o esgotamento esteja no topo da lista para a maioria dos líderes de RH nos últimos anos, a pandemia certamente levou as coisas para o próximo nível. O trabalho remoto em tempo integral apresentou um conjunto único de desafios, incluindo falta de conexão social, ansiedade, responsabilidades familiares e os funcionários sentindo a necessidade de estar “conectados” 24 horas por dia, 7 dias por semana. Esses desafios, sem dúvida, levaram a um aumento no número de funcionários que lidam com questões de saúde mental.

O excesso de trabalho é apenas uma das razões pelas quais as pessoas se sentem exaustas e isoladas no trabalho. 40% dos trabalhadores americanos que agora trabalham remotamente afirmam trabalhar 48,5 minutos adicionais por dia. Além do número de horas que se dedica à empresa, a forma como o trabalho é gerido e vivenciado durante essas horas desempenha um papel fundamental no desencadeamento do burnout.

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