O investimento em um pacote de benefícios atrativo e diferenciado é uma importante ferramenta para atrair e manter talentos na sua empresa. Mais do que isso: a gestão de benefícios pode ser estratégica para motivar e engajar os colaboradores, elevando a produtividade e a competitividade da organização.

Não é novidade que o salário não é mais o grande atrativo dos colaboradores que estão em busca de colocação. Hoje, as pessoas querem também desafios e, acima de tudo, qualidade de vida, tanto na empresa quanto fora dela.

Neste último item, especialmente, o papel de um bom conjunto de benefícios se sobressai. Eles colaboram decisivamente para a redução do turnover. Também criam um clima positivo, fazendo com que as pessoas sintam-se parte importante da organização. Tudo isso gera um ambiente propício para o aumento da produtividade e da competitividade da empresa.

Por isso, separamos neste post algumas dicas sobre como aproveitar melhor a gestão de benefícios em sua empresa. Muitas destas iniciativas já são bem comuns na maioria das organizações. Outras são um pouco mais arrojadas, mas podem apresentar excelentes resultados. Confira!

Cuidados para se ter em sua gestão de benefícios

Faça um planejamento

A política de benefícios precisa alinhar-se às demandas de dois interessados. Primeiro da própria empresa, que busca motivar e engajar seus colaboradores para obter melhorias em sua produtividade e competitividade. Segundo dos colaboradores, que buscam nos benefícios, atender a determinadas demandas que consideram importantes para a manutenção de um clima favorável no trabalho.

Por isso, determinar o que será oferecido neste pacote deve ser resultado de um planejamento específico, que precisa levar em conta os objetivos da empresa, além do perfil e a necessidade dos colaboradores.

Conheça seu público

Antes de determinar quais benefícios serão oferecidos aos colaboradores, é preciso saber o que é importante para eles e o que faria com que eles escolhessem a empresa para trabalhar. Isso é essencial para oferecer um pacote de benefícios customizado e mais atrativo.

Tenha atenção ao que diz a lei

Antes de elaborar um plano de concessão de benefícios, é preciso prestar atenção ao que diz a legislação trabalhista. Alguns benefícios, como férias 13° salário e horas extras são obrigatórios. Por vezes, há ainda outras vantagens definidas por meio de acordos coletivos ou negociações com sindicatos, que precisam ser respeitados.

Também é importante ficar atento a determinados benefícios pagos em dinheiro, como os bônus ou remunerações variáveis. Elas geram encargos sociais, que devem ser incorporados aos custos da política de benefícios.

Mantenha a transparência nas políticas de RH

O pacote de benefícios está entre os principais atrativos que seduzem o colaborador a permanecer em uma organização, só perdendo para a remuneração. Quanto mais claras forem as práticas da organização nesta área, mais chances ela terá de cativar talentos.

É preciso ser transparente sobre o que será oferecido, para quem e em que condições. Plano de saúde, participação nos resultados, auxílio-educação, enfim, quando o colaborador escolhe a empresa, ele tem que ter segurança sobre tudo o que poderá receber em troca do seu engajamento.

Também é importante informar ao colaborador em qual nível do plano de benefícios ele está enquadrado. No caso dos planos de saúde, por exemplo, é comum a empresa oferecer diferentes modalidades, de acordo com o cargo ou função.

Foque na qualidade de vida

É no trabalho que as pessoas passam uma boa parte de suas vidas. Logo, ter qualidade de vida no escritório é essencial para o seu bem-estar geral. O papel do RH aqui é essencial para gerar um ambiente favorável para que os colaboradores sintam-se motivados para dedicar o seu tempo à empresa. É preciso promover a chamada Qualidade de Vida no Trabalho (QVT).

Para isso é essencial pensar nos benefícios de forma estratégica. Itens como perspectiva de carreira, remuneração, ambiente de trabalho favorável e comunicação interna eficiente são essenciais para dar tranquilidade e engajar os colaboradores.

Além destes, há opções especiais, que podem agregar muito valor à percepção do funcionário e ao esforço que a empresa faz para promover sua qualidade de vida. Entre elas estão a jornada flexível ou reduzida em determinadas situações, possibilidade de trabalho em home office, licença especial para projetos pessoais, parcerias com academias e oferta de serviços diferenciados no escritório (salão de beleza, massagem, etc.).

Ofereça cartões de benefícios

Gerenciar a vasta relação de benefícios que as empresas devem oferecer aos colaboradores pode muitas vezes sobrecarregar a área. É relativamente comum que o setor de RH seja “engolido” por atividades administrativas de tal forma, que não sobre tempo para pensar a gestão de pessoas de forma estratégica.

Uma alternativa para facilitar este gerenciamento é o uso dos cartões de benefícios. Hoje, o mercado oferece alternativas cada vez mais adaptáveis aos diferentes tipos de negócios e necessidades das empresas. É uma forma de evitar a sobrecarga de Recursos Humanos que, com menos atividades administrativas para executar, terá mais tempo para desenvolver estratégias para aprimorar a relação da organização com seus colaboradores.

Implemente benefícios flexíveis

A implantação de benefícios flexíveis é uma alternativa para customizar ainda mais o pacote oferecido aos colaboradores. Nesta modalidade, a empresa determina um valor de crédito para o investimento e os próprios colaboradores determinam onde será aplicado este crédito.

Além de melhorar o aproveitamento do seu investimento em benefício, esta modalidade amplia a noção de que o colaborador participa efetivamente das decisões na empresa. Além disso, os benefícios flexíveis podem ser um importante diferencial para atrair e reter talentos.

Avalie os benefícios

Quando vamos realizar qualquer tipo de investimento, é fundamental ter metas claras quanto ao retorno esperado. Na gestão de pessoas não é diferente. Por essa razão, é essencial medir como os colaboradores avaliam o pacote de benefícios oferecido pela empresa.

Para fazer isso, as pesquisas de satisfação são uma boa alternativa. Elas podem dar subsídios para verificar se o investimento está gerando o reflexo desejado e melhorando a percepção dos colaboradores, quanto à qualidade de vida no trabalho, ou se é necessário reavaliar sua gestão de benefícios.

E na sua empresa, como é a gestão dos benefícios? Você acredita que ela é um diferencial na captação e retenção de talentos? Compartilhe sua opinião nos nossos comentários! 🙂

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