Empreendedores podem contratar o produto digitalmente, sem interação humana, em poucas horas

As pequenas e médias empresas são uma potência no mercado nacional e continuam crescendo de forma acelerada, apesar da conjuntura econômica desfavorável dos últimos anos. Em oito anos, o número de PMEs quase quadruplicou no país, saindo de 3.3 milhões em dezembro de 2009, para 12.6 milhões em novembro de 2017, de acordo com um  levantamento do Sebrae. Com receita anual bruta igual ou inferior a R$ 3,6 milhões, elas representam 99% das companhias existentes no Brasil e contribuem com mais de um quarto do PIB.

Apesar do cenário positivo, os empreendedores das companhias de menor porte enfrentam diariamente desafios de gestão. Para garantir o sucesso do negócio e driblar o alto risco de falência, esses profissionais precisam se dedicar à gestão de variáveis básicas, como atração de clientes, planejamento estratégico, fluxo de caixa, comunicação – tudo com uma força de trabalho enxuta. Somado a isso, os gestores das PMEs não podem abandonar outro pilar essencial para a perenidade do empreendimento: as pessoas.

Este perfil de companhia também tende a apresentar proeminente competitividade por recrutamento e retenção talentos, por isso a solução para manter o time engajado, saudável e evitar a alta rotatividade de funcionários é investir em um bom pacote de benefícios. O problema é que nem todos os fornecedores trabalham com soluções para pequenas empresas e, quando o fazem, mantêm um processo de contratação muitas vezes burocrático – algo longe do ideal para quem quer (e precisa) assegurar uma ágil ascensão econômica. . 

Tendo isso em vista, o Gympass ampliou a sua solução para atender a essas empresas. Por meio dela, os empregados das PMEs têm acesso à rede de mais de 50 mil academias no mundo (mais de 22 mil delas no Brasil), com cerca de 800 modalidades esportivas disponíveis. Os preços são até 70% menores para o colaborador, se em comparação ao valor de balcão das academias. 

Inovador, o produto pode ser contratado digitalmente, sem interação humana. Pelo site, o interessado simula uma proposta com base no número de funcionários, analisa e aprova as condições comerciais. Depois disso, a empresa segue para a fase de implementação do benefício, que dura de dois a três dias. A partir daí, recebe materiais e todo o apoio necessário para divulgar a novidade internamente.

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Após contratado o serviço, os gestores podem usar o Portal do RH acompanhar como os empregados estão usando o benefício, visualizar informações fiscais e baixar materiais de comunicação, entre outras utilidades. “O novo serviço foi desenhado para atender qualquer tipo de empresa, da loja de bairro à padaria da esquina. Agora, todos podem ter o Gympass para ajudar as pessoas a saírem do sedentarismo e terem uma vida mais saudável – o que, por outro lado, também vai contribuir para a atração de talentos e engajamento do time”, afirma Leandro Caldeira, presidente do Gympass no Brasil.

Para lançar o serviço, o Gympass promoveu um evento em seu auditório, em São Paulo, destinado aos executivos das pequenas e médias empresas. Na ocasião, os convidados puderam ouvir as lições do ex-atleta olímpico Gustavo Borges que, ao se aposentar da piscina, decidiu virar empreendedor. Atualmente, ele comanda um grupo de empresas, entre elas a academia que leva seu nome e a Metodologia Gustavo Borges, que dissemina conceitos e ferramentas para academias e associações interessadas em ensinar natação. “Trabalhe duro e não fique triste com os maus resultados. Meu principal conselho para o empreendedor, assim como para o atleta, é ter consistência do seu trabalho e das suas ações.”


Sobre as PMEs brasileiras

De acordo com uma pesquisa do Sebrae, a maior parte (73%) das pequenas empresas atua no comércio varejista e na prestação de serviços, uma característica ainda mais forte (82%) quando se trata das micro (aquelas formadas por até 360 mil reais de faturamento bruto anual). À frente dos novos negócios estão líderes jovens, entre 25 e 34 anos; mas quando se trata dos consolidados, a predominância é de indivíduos de 35 até 44 anos de idade. Outro aspecto aspecto interessante do empreendedor brasileiro é a escolaridade: metade não concluiu o nível básico, composto pelos ensinos fundamental e médio. 


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