A sinistralidade está entre os fatores que mais geram preocupação no mundo corporativo. Afinal, os custos com saúde ficam em segundo lugar na lista de despesas das organizações, perdendo apenas para o salário. E a perspectiva para o futuro não é animadora: os gastos globais com saúde devem aumentar a uma taxa anual de 4,1% entre 2017 e 2021, de acordo com um estudo produzido pela Deloitte.

Diante desse cenário, muitas empresas estão buscando soluções estratégicas para tentar reverter esse quadro. Segundo uma pesquisa realizada pela Mercer Marsh Benefícios, 45% das organizações entrevistadas pretendem fazer alguma mudança em seus programas de saúde em até um ano. Entre elas, 26% declaram que farão isso em busca de redução de custos.

Ou seja, fica cada vez mais evidente que a prevenção é a chave para provocar a transformação. O investimento em bem-estar é capaz de trazer um impacto real na vida das pessoas e nos resultados financeiros das companhias. Garantindo que sua equipe esteja mais saudável, você diminui a quantidade de colaboradores afetados por doenças ocupacionais e, consequentemente, reduz os custos com sinistralidade e absenteísmo, por exemplo.

Levando em conta que a atividade física é um dos pilares de uma vida equilibrada, as organizações podem incentivar seus funcionários a abandonarem o sedentarismo, promovendo uma mudança de hábito entre os membros da equipe e trazendo um retorno positivo para a companhia. Afinal, as empresas têm grande alcance, influência e credibilidade com seus colaboradores, e também podem criar um contexto social no qual boas experiências são divididas.

Grandes empresas já embarcaram neste movimento e estão ajudando seus funcionários a encontrarem uma atividade física para amar. Um bom exemplo disso é o case de sucesso de uma multinacional do setor de Auditoria e Consultoria, que constatou que a sinistralidade média dos funcionários ativos foi 19% menor em relação aos que não praticavam exercícios regularmente. Veja no infográfico abaixo:

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