Para que uma empresa alcance o sucesso e obtenha destaque no mercado, vários fatores concorrem entre si, mas a qualidade e eficiência da sua equipe de trabalho são determinantes para o bom desempenho de qualquer atividade. Sendo assim, eventuais desvios nesse âmbito podem comprometer significativamente os resultados da organização, pois impactam no seu recurso mais valioso – o seu pessoal –, e o absenteísmo no trabalho é um desses entraves.

A atividade empresarial é complexa, e, por isso mesmo, deve ser repartida pela equipe de funcionários. Cada um deles é responsável por uma parcela do todo, somam-se os esforços individuais em prol de objetivos comuns. Portanto, os colaboradores devem trabalhar em perfeita simbiose uns com os outros e com a empresa, numa relação mútua de confiança e dedicação.

Assim, para que os trabalhos sejam realizados de maneira exitosa, é indispensável a colaboração de todos. Se um deles falta, os demais colaboradores ficarão sobrecarregados, prejudicando o desempenho da equipe e interferindo negativamente na motivação no trabalho e na eficiência dos processos internos.

Para o aperfeiçoamento cada vez maior das atividades e a elevação contínua dos resultados organizacionais, é preciso que os gestores e chefes de RH estejam atentos a esse problema e às suas possíveis causas, e adotem estratégias adequadas para combatê-las. Quanto antes forem identificadas as razões da deserção, antes podem ser engendrados esforços para superar os problemas, e reconduzir as atividades à qualidade e eficiência esperadas.

Neste post, falaremos um pouco mais sobre o absenteísmo no trabalho e explicaremos como medi-lo e quais as estratégias mais eficientes para combater o problema nas empresas. Continue acompanhando.

O que é o absenteísmo no trabalho?

absenteismo no trabalho

O absenteísmo no trabalho pode ser claramente conceituado como a ausência do trabalhador ao seu posto de trabalho, seja em razão de faltas, seja em decorrência de atrasos ou saídas antecipadas do serviço e é, atualmente, um dos principais problemas enfrentados pelas organizações. Se não tratado com a devida atenção, ele pode prejudicar severamente as finanças da empresa.

Se buscarmos o significado da palavra absenteísmo no dicionário, encontraremos como resposta a definição “estar fora” ou “estar ausente”. Em termo gerais, esse é também o significado que a palavra tem para os líderes do setor de recursos humanos, mas as consequências que ela produz são muito mais amplas do que uma definição tão sucinta pode sugerir à primeira vista.

Os impactos do absenteísmo no trabalho

Como já afirmado, o pessoal é, atualmente, um dos recursos mais importantes e caros de uma organização – senão o mais importante deles! Os trabalhadores são os responsáveis pela efetivação e pelo aprimoramento de todos os processos empresariais, sejam eles de maior ou menor complexidade. Por isso, a presença desses colaboradores é elementar para o desenvolvimento e a eficácia dos objetivos da organização, pois são eles que dão execução aos comandos do empreendedor. As ausências e atrasos comprometem o ciclo de atividades previsto e prejudicam os resultados finais.

Além disso, a empresa continua obrigada a arcar com os custos do empregado (como remuneração e obrigações tributárias, FGTS, etc.) sem receber a devida contraprestação do funcionário.

Como calcular o absenteísmo no trabalho?

Antes de mais nada é preciso esclarecer que para se ter um controle eficaz do nível de absenteísmo no ambiente de trabalho é importante que a empresa detenha um mecanismo igualmente eficaz de controle de ponto. A legislação impõe o ponto eletrônico para empresas com mais de dez funcionários e, para as demais, as anotações podem ser feitas manualmente mesmo.

O importante é que os horários de entrada e saída dos colaboradores sejam devidamente registrados, com rigidez, para que o cálculo de atrasos e faltas seja feito de maneira correta e completa, espelhando a realidade vivenciada na organização. É importante ressaltar que as férias dos colaboradores não entram no cômputo do índice de absenteísmo, uma vez que são direitos assegurados constitucionalmente e não há perda para a organização, que poderá contratar um substituto para ocupar temporariamente o posto.

Com os números devidamente registrados, é hora de calcular o absenteísmo. O cálculo pode ser feito da seguinte forma:

Primeiramente, computa-se a jornada de trabalho dos colaboradores e quantos dias por mês eles trabalham. Posteriormente, esse valor deve ser multiplicado pelo número de colaboradores – com igual jornada de trabalho – que a empresa possui. Pronto. Feito isso, você terá obtido a quantidade de horas líquidas de trabalho que os seus colaboradores deveriam cumprir dentro da sua empresa, em dedicação às atividades respectivas.

O absentismo é representado pelo decréscimo desse número de horas, pois ele se caracteriza pelos atrasos, saídas antecipadas e faltas – tanto justificadas quanto injustificadas – cometidas pela equipe de trabalho. Assim, nessa segunda etapa de cálculo, deverão ser computados todas as ausências, saídas antecipadas e atrasos dos colaboradores, de cada um deles.

Vamos exemplificar para facilitar a compreensão. Para calcular o absenteísmo em um mês de trabalho, suponhamos uma empresa com 20 colaboradores, com jornada de seis horas cada um. Cada funcionário trabalhará seis horas por dia e vinte dias no mês. Então: 20 (colaboradores) x 6 (horas de trabalho por dia) x 20 (dias no mês) = 2.400 horas/mês.

Depois, compute atrasos, faltas e saídas antecipadas dos colaboradores, como no exemplo (vamos começar computando as faltas): se durante o mês 10 funcionários faltaram um dia cada um, então transforme os dias perdidos em horas. Então, 10 x 6 = 60 horas perdidas de trabalho.

Também é preciso considerar os minutos de atraso, e transformá-los em horas (já que todo o nosso cálculo está sendo feito em horas, não é mesmo?). Assim, por exemplo: imaginemos que na equipe a que estamos nos referindo, 12 colaboradores tenham se atrasado 20 minutos cada um. Temos que multiplicar o número de minutos de atraso pelo total de pessoas que se atrasaram (20 x 12 = 240 minutos). Transformando esse valor em horas (240/60 = 4), acharemos que a empresa perdeu 4 horas de trabalho com esses atrasos.

Depois, some as horas decorrentes de faltas com as resultantes de atrasos: 60 horas faltadas + 4 horas atrasadas = 64 horas de abstenção ao trabalho.

Por fim, para saber o índice de absenteísmo em percentual, basta dividir o número de horas perdidas, pelo número de horas de trabalho que a sua equipe deveria executar (no nosso exemplo foram 2.400 horas, lembra?) e multiplicar o resultado por 100. Da seguinte forma: 64/2.400 x 100 = 2,6.

Então, nessa empresa hipotética, o nível de absenteísmo foi de 2,6% em um mês.

Mas o que os números significam?

absenteísmo no trabalho

O absenteísmo no trabalho é algo indesejável para as organizações, pois prejudica o seu desempenho, impactando negativamente na produtividade e no próprio clima organizacional (os funcionários, em geral, sentem-se desmotivados com as faltas dos colegas, além de sofrer com a sobrecarga de trabalho).

Por isso, por se tratar de um problema organizacional, o ideal é que o seu índice seja o menor possível. Contudo, como também estão incluídos no cálculo os atrasos e as faltas justificadas, é quase impossível que o absenteísmo seja nulo em empresas de grande porte e com grande número de colaboradores, já que imprevistos sempre podem acontecer e nenhuma empresa está isenta disso.

Logo, as organizações devem ficar atentas à expressividade dos números, e buscar averiguar as possíveis causas do problema na sua equipe. Índices elevados podem decorrer de questões estruturais e demandam a adoção de políticas internas para reverter o quadro de abstenções e fomentar a dedicação e o engajamento dos colaboradores com as suas funções.

Quanto maior o percentual de absenteísmo, maiores tendem a ser os problemas enfrentados pela empresa, como falta de qualidade no trabalho – que impactam negativamente no clima organizacional –, infraestrutura deficiente, saúde ocupacional prejudicada, modelo de liderança equivocado ou desmotivação dos trabalhadores.

Desse modo, é importante que os gestores estejam atentos a esses números, como uma forma de combater as causas do problema na origem e buscar alinhar a gestão empresarial às melhores práticas, elevando os resultados da empresa e trazendo mais qualidade de vida à sua equipe de trabalho.

Quais são as principais causas do absenteísmo no trabalho?

O absenteísmo no trabalho é um problema complexo, que pode ostentar razões múltiplas, tanto relacionadas às condições de trabalho oferecidas pela empresa, quanto decorrentes de fatores psíquicos do empregado. Contudo, a prática empresarial aponta as principais razões pelas quais os colaboradores se tornam menos assíduos no serviço. Vejamos.

Falta de infraestrutura

Trabalhar em um ambiente que não permite a realização exitosa de suas funções por conta da falta de infraestrutura de instalações ou equipamentos é algo que pode levar os trabalhadores a se sentirem desanimados e descomprometidos com as suas atividades, estimulando o absenteísmo.

A relação trabalhista deve ser uma via de mão dupla, onde existam obrigações dos empregados e da empresa. Aos empregados compete trabalhar com afinco e responsabilidade, dando o melhor de si em prol da realização eficiente de suas tarefas. Ainda assim, o empreendedor também deve proporcionar adequadas condições de trabalho, sob pena de exigir um desempenho incompatível com a estrutura oferecida.

Se essa relação estiver em desequilíbrio, a fluidez dos trabalhos será prejudicada e o índice de faltas poderá aumentar.

Modelo de liderança deficiente ou autoritário

Outra causa importante de afastamento e ausências dos funcionários é o modelo de liderança adotado pela empresa.

Quando o líder não espelha a conduta que exige da sua equipe de trabalho, torna-se facilmente autoritário, gerando a repulsa dos subordinados. Com isso, a dinâmica de atividades fica prejudicada, e os colaboradores passam a evitar o ambiente de trabalho, seja por meio de ausências injustificadas, seja por meio de atrasos frequentes ou saídas antecipadas.

Desmotivação

A desmotivação pode ter origens variadas. Ela pode decorrer de condições de trabalho insatisfatórias, da ausência de feedbacks por parte do gestor ou mesmo da estipulação de metas irreais ou inatingíveis pela equipe de trabalho.

O certo é que, quando não se sentem engajados com suas atividades, os trabalhadores tendem a cometer faltas e atrasos, ou dar origem à situação conceituada como “presenteísmo”, que ocorre quando os trabalhadores estão presentes fisicamente no ambiente de trabalho, mas executam suas funções de forma completamente ineficiente e morosa, comprometendo, igualmente, a qualidade dos resultados organizacionais.

Qualidade do clima organizacional

Outra causa comum do absenteísmo no trabalho é a baixa qualidade do clima organizacional. Um ambiente tumultuado, em desarmonia, ou onde os colaboradores trabalham de maneira adversarial, sem dar vazão ao trabalho colaborativo e à solidariedade uns com os outros, também dá margem à desmotivação e às constantes ausências dos funcionários.

Problemas pessoais dos funcionários

Além de problemas com origem nas condições de trabalho oferecidas pela empresa, o absenteísmo também pode ter raízes em questões pessoais dos funcionários. Problemas de saúde de uma pessoa da família, dificuldades no casamento ou ruídos nas relações com os filhos são os grandes vilões da assiduidade em serviço.

Problemas de medicina e segurança do trabalho

Outra causa de afastamentos ou ausências ao trabalho são os acidentes em serviço e doenças ocupacionais. Embora a legislação trabalhista seja bastante exigente com a rigidez das condições de trabalho nas empresas, muitas organizações terminam não dando a devida atenção a essa matéria, e os acidentes acontecem, ampliando o índice de absenteísmo.

Como identificar os motivos entre os colaboradores?

O ideal para que a gestão empresarial seja realizada de forma exitosa, e os erros existentes sejam eficazmente reparados, é que a empresa cultue o hábito de fazer pesquisas periódicas entre os colaboradores, analisando o clima organizacional e demais condições de trabalho.

Dar voz à equipe, sem censuras e sem receio de sofrerem retaliações, e criar um ambiente de confiança mútua é fundamental para que os trabalhadores se sintam à vontade para expressar seus anseios e opiniões, e contribuam ativamente para a melhoria contínua das atividades desenvolvidas dentro da empresa.

Desenvolver a empatia e colocar-se no lugar da sua equipe de trabalho também é outra medida que lhe permitirá conhecer a realidade vivenciada pelos seus funcionários e trabalhar para melhorar as deficiências verificadas.

Em um ambiente transparente e acolhedor, todos só têm a ganhar, sobretudo a empresa, visto que funcionários mais felizes e satisfeitos em seu trabalho são também mais produtivos, o que elevará, invariavelmente, os resultados da organização.

Quais são os segredos para evitar o absenteísmo no trabalho?

Como dito, em razão de estarem inseridas em seu cálculo as faltas e atrasos justificados, o absenteísmo não poderá ser completamente evitado dentro das empresas, mas podem ser controladas as abstenções decorrentes de problemas estruturais ou pessoais dos colaboradores que estejam interferindo negativamente em seu rendimento no trabalho e dedicação às atividades.

Assim, embora não se possa bani-los por completo da vida das empresas, algumas práticas podem servir para evitar as faltas e atrasos imotivados. Elas consistem, em geral, de condutas que elevam o bem estar dos colaboradores dentro da empresa, trazendo-lhes mais segurança e estímulo no trabalho. Veja quais são elas!

Ofereça boas condições de trabalho

Aqui estão inseridas condições estruturais de trabalho e também a política de benefícios e de valorização dos colaboradores. A alegria de trabalhar para uma empresa que cuida do seu bem-estar e investe na qualidade de vida do pessoal desenvolve na sua equipe o sentimento de gratidão e a estimulará a se dedicar cada vez mais ao trabalho, evitando faltas.

Cuide do clima organizacional

Um ambiente harmonioso e acolhedor, além de ser indispensável para a fluidez dos trabalhos também reduzirá o absenteísmo na sua empresa, pois os colaboradores se sentirão mais felizes e determinados a trabalhar mais e melhor e não enfrentarão obstáculos internos para isso. Aqui, uma boa dica é estimular as relações interpessoais entre os colaboradores, promovendo encontros e eventos empresariais.

Atenção para a saúde ocupacional

Cuidando da saúde ocupacional, vários acidentes serão evitados. Essa prática, além de poupar valiosos recursos financeiros da empresa – que pagará menos impostos e não arcará com indenizações em ações trabalhistas e previdenciárias – também evitará afastamentos por acidentes de trabalho.

Incentive a prática de atividade física pela equipe

Atividade física é hoje um dos principais pilares para uma vida saudável, tendo comprovados benefícios na redução dos níveis de stress e no fortalecimento da saúde como um todo. Assim, promover e estimular a prática regular de exercícios físicos pela sua equipe é uma excelente maneira de reduzir o absenteísmo, além de demonstrar preocupação e zelo com os seus funcionários.

O que pode ser feito para reduzir o absenteísmo nas empresas?

Se não pode ser evitado por completo, o absenteísmo no trabalho pode, ao menos, ser reduzido. Investigar as principais causas dos afastamentos da sua equipe e trabalhar em conjunto com os colaboradores para promover uma redução gradativa dos problemas vivenciados é o primeiro passo para reduzir esse índice.

Em segundo lugar, adotar políticas de valorização dos colaboradores, permitindo-lhes participar ativamente de todos os processos organizacionais, e ampliar o nível de comprometimento e responsabilidade com as atividades e decisões estratégicas da empresa também pode devolver a autoestima e a motivação à sua equipe de trabalho, reduzindo o absenteísmo e elevando resultados.

Qual a relação entre a retenção e o turnover?

O absenteísmo no trabalho guarda estreita relação com o turnover empresarial, uma vez que ambos possuem origem em problemas comuns.

Enquanto o absenteísmo é caracterizado pelas faltas, atrasos e saídas antecipadas dos trabalhadores do ambiente de trabalho, o turnover pode ser conceituado como o índice de rotatividade dos funcionários de uma organização, que, em geral, é influenciado decisivamente pelas mesmas razões que causam o absenteísmo, como problemas na relação entre líder e subordinados, problemas de clima organizacional, más condições de trabalho, ausência de atitudes empresariais que motivem os colaboradores a continuar na empresa, etc.

Atualmente, os trabalhadores – principalmente os da chamada “geração y” – desejam muito mais que receber um bom salário. Eles querem se sentir satisfeitos com as condições de trabalho e receber reconhecimento e valorização dos seus líderes.

Uma empresa que não fomenta esse entusiasmo na sua equipe, certamente sofrerá com alto índice de turnover e de absenteísmo no trabalho.

Portanto, a relação entre esses dois conceitos é próxima, e um, em regra, acaba levando ao outro, seja em razão de desejo do próprio funcionário, seja em razão de uma eventual demissão por justa causa do trabalhador, por inassiduidade habitual.

A retenção, a seu tempo, é inversa ao turnover. Quanto maior a capacidade da empresa em resolver os problemas interno e reter os seus profissionais em seus quadros, menor será o índice de rotatividade funcional, o chamado turnover.

Qual o papel do RH nesta questão?

O RH é, historicamente, o setor responsável por cuidar dos processos internos relacionados ao recrutamento, treinamento e desenvolvimento de profissionais, trabalhando para que os colaboradores gozem de boas condições de trabalho e executem suas atividades da maneira mais organizada e produtiva possível.

Ordinariamente, é o departamento que possui maior nível de proximidade com os trabalhadores, pois costuma intermediar quase todos os processos a eles relacionados. Por isso, esse é um setor com atuação proeminente quando o assunto é a redução do absenteísmo, já que lhe compete desenvolver estratégias para tornar a vida dos trabalhadores da empresa mais agradável, satisfatória e dinâmica, evitando problemas de insatisfação no emprego ou desmotivação no exercício das atividades.

O RH é o setor que lida diretamente com o controle de freqüência dos trabalhadores, obtendo em primeira mão o panorama sobre o absenteísmo no trabalho. Portanto, ao RH cabe direcionar ações assertivas para combater as origens do problema, chamar o funcionário faltoso para uma conversa, averiguar as razões para a deserção do serviço e buscar a forma de solucionar os problemas apresentados.

Assim, a empresa poderá contar com profissionais satisfeitos com as condições de trabalho e alinhados aos seus principais objetivos e metas.

Como vimos, o absenteísmo é um problema sério enfrentado pelas organizações, que, além de perderem valiosos recursos com a diminuição da produtividade, ainda têm que arcar com o custo de demissões (pois, mesmo que sejam por justa causa, elas geram a necessidade de novas contratações) e eventuais indenizações por imprevistos laborais.

Dessa forma, é necessário redobrar a atenção com as condições de trabalho oferecidas pela sua empresa e, periodicamente, fazer pesquisas de clima organizacional e nível de satisfação da equipe de trabalho, abrir espaço para discussões e sugestões. Somente assim o ambiente laboral se tornará propício à criatividade e inovação, elementos indispensáveis do sucesso.

Gostou do nosso artigo sobre como medir e controlar o absenteísmo no trabalho? Então confira agora 8 estratégias para diminuir o absenteísmo nas empresas!

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