Sabemos que diversos problemas de saúde podem colocar a produtividade no trabalho em cheque. Além, é claro, de aumentar os custos com os sinistros do plano de saúde, atrasos, turnover, faltas e, nos casos mais graves, até mortes.

Além disso, certas doenças podem minar muito a motivação, a capacidade de foco e o rendimento dos empregados — seu bem-estar físico e psicológico como um todo.

Nesse sentido, estimular e manter a boa saúde dos colaboradores não só traz vantagens financeiras para a empresa, mas também colabora para a melhoria do clima organizacional, da qualidade das entregas e da performance dos funcionários. E ainda retém talentos.

De fato, muitas são as formas de resolver o dilema entre os problemas de saúde e a falta de produtividade no trabalho. Então, continue lendo este artigo e descubra, com detalhes, quais são as principais delas!

O que é motivação no trabalho?

Grosso modo, podemos definir a motivação no trabalho como o prazer, a satisfação e a felicidade proporcionados pela atuação profissional. Seja pelas atividades executas e os resultados alcançados, seja pelo clima da empresa, pelos reconhecimentos recebidos — ou tudo isso junto. Quando falta motivação no trabalho, o funcionário se sente menos entusiasmo para realizar suas tarefas.

Além disso, muitos teóricos explicam o seu conceito ligando-o a um conjunto de forças eletroquímicas. De acordo com Craig Pinder (1998):

motivação no trabalho é um conjunto de forças energéticas que têm origem quer no indivíduo, quer fora dele, e que moldam o comportamento de trabalho, determinando a sua força, direção, intensidade e duração.

Em outras palavras, se trata da energia produzida pelo próprio profissional somada àquela que flui dos colegas de trabalho, do gestor e de outras pessoas que compõem a companhia.

E muitos são os fatores que estimulam, ou não, a produção dessa energia. Há benefícios financeiros e não financeiros, a oportunidade de desenvolvimento e de crescimento, um bom lugar para trabalhar, a possibilidade de equilibrar vida pessoal e profissional, entre outros.

Também, é essencial a empresa ter a motivação de seus funcionários entre suas estratégias, já que pessoas motivadas produzem mais e melhor. Assim, possuem alto desempenho, batem e superam metas, e alcançam resultados extraordinários.

Contudo, não basta que a companhia ofereça palestras motivacionais pontuais. Ações contínuas devem ser realizadas, e o ambiente e a ocupação devem ser prazerosos. Ainda, é preciso que o gestor seja mais do que um chefe: seja um líder inspirador.

A relação entre a saúde e a produtividade no trabalho

Já dissemos que pessoas motivadas são mais produtivas. A energia que emanam e recebem no ambiente corporativo contribui para que suas atividades sejam realizadas com extrema qualidade e conforme planejado — ou seja, com a máxima eficiência.

E isso não tem nada a ver com ser workaholic. Muito pelo contrário; uma pessoa motivada e produtiva costuma ter equilíbrio em todos os aspectos: vida pessoal, profissional, saúde, família e amigos.

Por sua vez, um profissional viciado em trabalho não dorme direito, não se alimenta adequadamente nem pratica atividades físicas. Não tem, afinal, tempo para investir em sua própria saúde e se dedicar à família e aos amigos.

E essa falta de equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal traz reflexos diretos para o trabalhador, principalmente quanto à sua saúde, no âmbito físico e mental.

Assim, surgem logo os sinais claros de estresse e exaustão — indícios que acabam por refletir em sua atuação no mundo corporativo, em sua saúde e em sua vida como um todo.

Estando doente, as faltas começam a aumentar e os afastamentos passam a ser cada vez mais frequentes. É fato: a saúde debilitada reduz a produtividade no trabalho. E isso acontece com os workaholics, e se repete com pessoas desmotivadas.

Elas passam a faltar mais (falamos sobre estratégias para reduzir faltas e atrasos de funcionários neste post), ou comparecem na empresa sem condições mínimas de produzir nada (presenteísmo). E ambos os casos refletem na falta da qualidade de vida do trabalhador, além, é claro, da sua baixa performance.

Portanto, para ser uma pessoa motivada e produtiva é fundamental estar com a saúde em dia. Isso, aliás, considerando a saúde como um conceito mais amplo do que simplesmente uma “ausência de doença”, mas sim o de estar bem consigo mesmo.

Assim, fazer check-ups periódicos, dormir as horas recomendadas, praticar atividades físicas, controlar o peso corporal e aderir a uma alimentação saudável são alguns dos fatores que contribuem para uma vida saudável e, consequentemente, mais produtiva.

5 indicadores para acompanhar a produtividade no trabalho dos seus funcionários

Diante disso, para saber conferir a produtividade no trabalho dos seus empregados, é possível acompanhar alguns indicadores. Tratam-se de ferramentas que medem o esforço empregado para a geração de produtos e serviços, e os níveis de eficiência e desempenho dos processos existentes na companhia.

O ideal é que cada empresa elabore seus próprios indicadores de produtividade no trabalho, pois muitos deles possuem relação direta com o tipo de negócio. Uma empresa de logística, por exemplo, deve medir a eficiência de cada entrega, da soma de todas as entregas, da descarga, e por aí vai.

Contudo, há alguns indicadores que são mais gerais e se aplicam em companhias dos mais diferentes segmentos, portes e localidades. A seguir, vejamos 5 desses indicadores:

  1. excelência operacional: analisam todos os processos da companhia. São ideais para encontrar erros (e preveni-los) e oportunidades de melhoria;
  2. inovação: medem a capacidade da empresa de produzir novos produtos ou serviços. E também novos processos, que podem melhorar a performance da organização como um todo;
  3. qualidade: avaliam se o resultado final dos produtos ou serviços atende os padrões exigidos pela empresa. Assim como a satisfação de seus clientes, e a sua percepção do que é oferecido pela companhia;
  4. flexibilidade: mensuram a capacidade de adaptação da empresa em relação à concorrência, ao mercado (crises econômicas, aumento ou diminuição da demanda, etc.) e às mudanças tecnológicas;
  5. pessoas: calculam a produtividade individual, e permitem que o profissional desenvolva ou mantenha os funcionários mais produtivos e hábeis.

A dificuldade na concentração e realização de tarefas

Todos os profissionais produtivos têm uma característica em comum: eles se concentram 100% na tarefa que estão realizando. Possuem o corpo e a mente focados, e atuando em capacidade máxima. Contudo, vivemos em um mundo com cada vez mais estímulos.

Hoje, são muitas notícias, muitos e-mails, muitas notificações de redes sociais, muitas mensagens, muitas fotos — muito de tudo. Logo, é bem comum que cada vez mais pessoas apresentem o Transtorno de Déficit de Atenção, e acabem vítimas dos “ladrões de produtividade no trabalho”.

Além do cotidiano atribulado, a dificuldade de concentração também pode ser sintoma de doenças como anemia, depressão e ansiedade. E ainda pode estar atrelada ao uso de medicamentos, ou a algum trauma ou problema que venham enfrentando.

Diante disso, um dos grandes aliados para conseguir a máxima atenção em tudo o que se faz é iniciar a rotina diária tomando um bom café da manhã, silenciar-se — seja pela meditação ou ioga, por exemplo — e fazer alguma atividade física.

Além disso, há ainda outras dicas que ajudam a superar a dificuldade de concentração e realização de tarefas. Vejamos agora as principais delas:

Descansar

O hábito de dormir pouco ou de fazer muitas horas extras e levar trabalho para casa com frequência podem minar a concentração. Assim, mente e  corpo ficarão exaustos, e logo o funcionário verá as consequências disso na sua saúde e na sua produtividade no trabalho.

Fazer pequenas pausas

A cada hora trabalhada, ou a cada 2 horas, é importante que as pessoas estiquem as pernas, bebam água, tomem um ar fresco. Isso pode parecer contraditório, mas não é: quanto mais intervalos regulares os colaboradores tiverem, maior será  a produtividade no trabalho.

Planejar o dia no trabalho

Listar  tarefas, priorizando as mais urgentes, e buscar dividi-las em pequenas atividades. Por exemplo: em vez de se programar para “escrever o relatório trimestral”, divida cada atividade que esse relatório exige: “finalizar planilha de resultados”, “inserir a lista de novos colaboradores” etc.

Estipular prazos

Para cada atividade, é fundamental predeterminar também o tempo que se planeja investir nela, e certificar-se de que ele está sendo respeitado.

Caso o colaborador esteja demorando mais do que o previsto, ele pode subdividi-la em atividades menores e mais práticas. Hoje em dia, inclusive, há vários aplicativos que podem auxiliam a administrar o tempo.

Outra dica é desligar-se das distrações. Estabelecer um momento do dia para o lazer, mas, no horário do trabalho, desabilitar as notificações do celular, e policiar o tempo gasto para ler notícias e na navegação pelas redes sociais é vital para o aumento da produtividade no trabalho.

Atentar-se para a alimentação

A alimentação é muito importante. O ideal é deixar para degustar pratos mais pesados — como uma feijoada, por exemplo — aos finais de semana. Uma refeição dessas pode dar sono e acabar com a concentração. Também, é preciso evitar jejuar: sabemos que um saco vazio não para em pé, nem rende.

Ter um hobby

Por fim, cada colaborador deve buscar alguma atividade que dê prazer. Pode ser correr, tocar algum instrumento, assistir a seriados, o que for — o importante é ter uma válvula de escape diária. E melhor ainda se ela ajudar a liberar endorfina, a suar e a queimar calorias!

Situações que afetam a produtividade no trabalho

Como já comentamos, muitas são as situações que tiram a concentração do colaborador, o que, consequentemente, afeta a sua produtividade no trabalho. Problemas de saúde, problemas financeiros, baixa autoestima, cansaço, exagero na quantidade de distrações, imaturidade…

Isso sem contar o excesso de trabalho, a ausência de organização e planejamento da rotina, ou a falta de motivação e perspectiva no trabalho. Sinais típicos, aliás, de um ambiente corporativo pesado.

De fato, para serem evitadas ou resolvidas, muitas dessas circunstâncias dependem única e exclusivamente de cada um dos envolvidos.

Contudo, muitas podem ser trabalhadas pela empresa, para que seus funcionários as superem e se tornem mais produtivos. Nesse sentido, a diretoria, os gestores e o RH podem atuar em conjunto na implantação de ações que melhoram o desempenho da equipe como um todo.

Os papéis do gestor e do RH na situação

Nesse caso, o gestor imediato e o RH são os atores principais. É possível, por exemplo, delegar algumas atividades — que, antes, eram de responsabilidade de um colaborador — para outros da equipe, a fim de reduzir o seu excesso de trabalho.

Implantar a cultura do feedback também pode ser uma ótima solução. Assim, o gestor conseguirá detectar em quais situações pode auxiliar seus funcionários a organizarem a própria rotina. E ajudar a mostrar a diferença que o seu trabalho faz, trazendo mais propósito e motivação.

Além disso, ações de melhoria do clima organizacional são fundamentais. Para isso, o RH e a gestão precisam transformar pressão, crise e desafios em combustíveis para conquistar metas e superar problemas.

Ambientes mais colaborativos e saudáveis são mais favoráveis à produtividade do que lugares com clima tenso. Também, pode ser bom estimular os colaboradores com benefícios atrativos (financeiros e não financeiros). Afinal, reconhecimentos nos entusiasmam e incentivam a darmos o nosso melhor.

A relação entre o bem-estar e o alcance de metas

Apesar de essa não ser uma relação forte, nem o único motivo para fazê-lo, uma pesquisa apresentada no Encontro da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração — (ANPAD), de 2013, indica que o bem-estar no trabalho tem impacto direto e positivo na melhora do desempenho.

O estudo explica o bem-estar como sendo a felicidade e o prazer no trabalho somados à realização pessoal e ao alcance das metas fundamentais da vida.

Trata-se, assim, de um conceito que engloba bem-estar físico, subjetivo (emoções e humores) e psicológico. Sendo que este último inclui autonomia, capacidade de controlar o ambiente, crescimento pessoal, relação positiva com os outros, propósito na vida e auto aceitação.

Além disso, os estudiosos sobre gestão de pessoas Savig, Roccas e Halevy (2005) também afirmam que o ambiente de trabalho pode contribuir para que os indivíduos alcancem seus valores e metas pessoais e profissionais. Ou seja, o ambiente pode ser tanto uma oportunidade como um empecilho.

O impacto dos benefícios de atividade física

Sabemos que um dos fatores que contribui para todos os tipos de bem-estar é a prática de exercícios físicos. Seja a melhora da autoestima, da saúde e o aumento da disposição, ou a redução do risco de doenças ou, até mesmo, de mortes provocadas pelo sedentarismo.

Na vida pessoal, os resultados incluem a redução ou manutenção do peso e a melhora da saúde e do bem-estar como um todo.

E, no âmbito profissional, ainda proporciona melhoras do humor e o aumento da capacidade de foco, a ampliação da concentração e da capacidade de raciocínio lógico, a diminuição da tensão e do estresse, e ainda a redução de custos com saúde, faltas e atrasos.

Enfim, somando tudo isso, o resultado é a alta performance corporativa, além de motivação e produtividade elevadas.

A necessidade de oferecer planos de saúde

No Brasil, a saúde pública ainda vive uma realidade de longas filas, falta de médicos, remédios e materiais básicos. Diante disso — e não à toa —, segundo pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência a pedido do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), o plano de saúde é o terceiro maior desejo dos brasileiros, ficando atrás apenas da casa própria e da educação.

Não é apenas clichê: a saúde é mesmo o bem mais precioso do ser humano. Assim, a empresa que oferece um bom plano de saúde consegue atrair e reter talentos, pois este é visto como um atraente e importante benefício. É sinônimo de cuidado, conforto, proteção e segurança.

Com ele, é possível manter os check-ups e procedimentos preventivos em dia, além de possuir maior segurança em caso de emergências ou da necessidade de realização de tratamento de saúde, por exemplo.

Além disso, ao oferecer planos de saúde, a companhia consegue realizar uma análise de doenças mais frequentes entre seus colaboradores, e preveni-las futuramente.

E vale ressaltar que o plano de saúde pode ser responsável — ou parceiro — pela realização de ações preventivas, como campanhas de vacinação.

Além de campanhas de conscientização, como o outubro rosa, o novembro azul, a prevenção a diabetes, obesidade e hipertensão; e palestras, dentre outras atividades que podem agregar ainda mais valor ao benefício.

No entanto, como já falamos neste post, manter um plano de saúde abocanha uma fatia significativa no orçamento das empresas. Diante disso, uma boa alternativa é para diminuir o número de internações de colaboradores e custos com saúde, é oferecer um benefício de atividade física.

A elaboração de projetos preventivos

De fato, a busca pela qualidade de vida não pode se resumir apenas a ações pontuais e esporádicas. Ao contrário, deve ser um dos valores da companhia, e fazer parte genuinamente da sua cultura organizacional.

Por isso, os projetos preventivos devem ser de médio e longo prazos, e mantidos ou renovados constantemente. Ainda, é necessário que sejam feitas análises de sua efetividade.

Além das ações que podem ser realizadas em parceria com o plano de saúde, mencionadas anteriormente, é possível também elaborar outros projetos, como:

  • formação de grupos corporativos para treinamento de caminhadas, corridas ou bicicletas, e apoio na participação de corridas de rua;
  • estímulo à prática de  atividades físicas (por meio de um benefício que proporcione acesso a várias academias);
  • promoção de campanhas de incentivo à alimentação saudável;
  • efetivação de parceria com lojas, lanchonetes e restaurantes de produtos e comidas naturais;
  • oferecimento de frutas da estação;
  • execução de campanhas de prevenção ao tabagismo, alcoolismo, sedentarismo e estresse;
  • incentivo ao consumo diário de água, frutas, verduras e legumes;
  • implantação de uma cultura da qualidade de vida (como o incentivo a trocar o elevador pela escada, a trocar o lazer em casa por atividades ao ar livre, substituir o computador por esportes, entre outros);
  • oferecimento de orientação nutricional;
  • implementar ações que reduzam o consumo de sal e de comidas fast food.

10 ações que melhoram a performance dos funcionários

Além dos projetos preventivos, algumas ações também podem contribuir para a melhora do desempenho dos colaboradores. E muitas delas são práticas que contribuem para o crescimento sustentável da companhia.

Por mais contraditório que pareça, investir em ações de qualidade de vida, motivacionais e de gestão de pessoas aumenta, de fato, os lucros. A seguir, conheça 10 dessas ações:

1. Incentivo à liderança

Mais do que gestores, é preciso contar com líderes. Profissionais próximos, inspiradores, que sejam abertos ao diálogo e preocupados com o desenvolvimento de sua equipe.

2. Fortalecimento da comunicação interna

Funcionários bem informados são mais motivados e possuem uma performance superior, quando comparados com aqueles que atuam no “piloto automático”.

3. Investimento em capacitações e treinamentos

Empregados preparados também são mais engajados para superar suas metas pessoais e conquistar excelentes resultados.

4. Comunicação das metas e objetivos

Clareza e transparência favorecem diretamente o engajamento. Assim, os funcionários se sentem parte do negócio e motivados para sempre melhorar o próprio desempenho.

5. Implantação de ações de gestão de pessoas

Atuar em uma companhia que possui plano de cargos e salários, plano de carreira, avaliação de desempenho, pesquisa de clima organizacional e recrutamento interno com certeza dá um norte para os colaboradores.

Afinal, tais iniciativas mostram onde cada funcionário está, e o que precisam desenvolver para crescerem e chegarem onde desejam.

6. Investimento em ações de qualidade de vida e bem-estar

A própria pesquisa de clima pode identificar os desejos dos colaboradores em relação a essas temáticas. Campanhas de conscientização, oferecimento de atividades físicas e demais ações de médio e longo prazos contribuem para melhorar a saúde e a performance profissional.

7. Oferecimento de salários e benefícios atrativos

A remuneração deve ser compatível com o mercado de acordo com a função, porte e segmento da empresa. E o pacote de benefícios também — tais como plano de saúde, plano odontológico, vale refeição, vale alimentação e outros que forem possíveis.

8. Utilização de reconhecimentos financeiros e não financeiros

Estude também a possibilidade de bonificar os profissionais que alcançam e superam as metas com incentivos financeiros (bônus, participação nos lucros) e não financeiros (folgas, recebimento de placas etc.).

9. Apresentação de um bom ambiente de trabalho

Ofereça ainda um local para pequenas pausas e relaxamentos. Uma boa copa para realizar os lanches e refeições, com um espaço limpo e alegre, e um mobiliário funcional e confortável.

10. Celebração dos sucessos

Por fim, realize elogios em público e ofereça bolos, guloseimas, almoços ou happy hours para comemorar as últimas conquistas dos colaboradores, como a superação dos desafios ou o alcance de excelentes resultados.

Conclusão

Como vimos, há muitos métodos para manter a saúde dos colaboradores e, consequentemente, melhorar os resultados da empresa.

Sendo assim, vale a pena impulsionar o RH, os gestores e profissionais a atuarem em parceria para colocar em prática ações que aumentam a motivação.

Ainda, implementar medidas que colaborem para melhorar o desempenho dos colaboradores como um todo, e mensurar o rendimento dos funcionários por meio de indicadores.

Trata-se, pois, de um conjunto de ações que colaboram para manter a saúde e aumentar a produtividade no trabalho — tanto dos empregadores, quanto dos empregados.

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