Diante de um mercado cada vez mais competitivo e dinâmico, é fácil perceber que as empresas precisam compreender e reforçar o conceito de saúde organizacional. O universo corporativo impõe níveis crescentes de estresse aos seus profissionais, independentemente da área de atuação ou do cargo exercido. A pressão por resultados, a exigência por capacitação e performance, os prazos apertados, a sobrecarga de tarefas e os conflitos internos são apenas alguns elementos presentes no dia a dia das empresas.

É preciso lembrar que existem, ainda, outros aspectos a serem considerados, pois interferem diretamente na saúde e no bem-estar dos colaboradores. O trânsito caótico nos grandes centros urbanos, a violência e os reflexos da situação econômica do país — como a inflação, a diminuição do poder aquisitivo e o desemprego — provocam a exaustão, que por sua vez, pode gerar desmotivação, irritação e apatia.

Assim, a produtividade — individual e coletiva — fica bastante comprometida. Por isso, essa realidade precisa ser tratada por meio de práticas direcionadas ao capital humano. De fato, todas essas questões podem ocasionar a Síndrome de Burnout — também conhecida como síndrome do esgotamento profissional.

Nesse caso existe um estado de tensão emocional, ansiedade e nervosismo crônicos, causados por condições físicas e psicológicas completamente extenuantes. Em linhas gerais, esta situação se estabelece devido ao desequilíbrio entre a vida profissional e pessoal e a um ambiente de trabalho restritivo — caracterizado por uma gestão autoritária, pela falta de transparência, pelo individualismo, pela centralização de poder e por metas superdimensionadas.

Este estresse lesivo já é considerado um dos maiores problemas de saúde do século, devido, principalmente, aos efeitos negativos no rendimento profissional. Por isso, as empresas precisam cada vez mais focar em saúde organizacional. Com foco na qualidade de vida das equipes, é possível definir políticas que garantam altos índices de satisfação, e ao mesmo tempo, permitam desempenhos extraordinários.

Administrar corretamente essas variáveis evita custos adicionais, gerados pelo absenteísmo, por acidentes, por quebras de qualidade, por ineficiência operacional e pelo turnover — que provoca despesas com as rescisões contratuais, o pagamento de multas, a realização de outros processos seletivos, investimentos em treinamento para os novos colaboradores e a redução temporária da capacidade produtiva da equipe. Por isso, a saúde organizacional passa a ser uma prioridade dentro do planejamento estratégico corporativo.

Saúde organizacional: o que é e por que ela deve ser implantada nas empresas?

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A saúde organizacional está relacionada à saúde do colaborador, especialmente no que diz respeito à prevenção de doenças, ao bem-estar e à motivação. Seu objetivo é criar condições adequadas para o exercício das funções, incentivando a performance e o desenvolvimento de todas as equipes. A saúde da empresa está estritamente ligada ao seu desempenho.

De fato, a saúde organizacional abrange diversos fatores, como os conceitos de segurança do trabalho e de ergonomia, as práticas de gestão de pessoas, o potencial de liderança dos gestores e executivos e claro, o clima interno.

Também fazem parte deste contexto, as políticas de incentivo — ao aprendizado, à prática de esportes, a uma alimentação balanceada e à adoção de hábitos saudáveis. Por isso, a saúde organizacional é capaz de contribuir positivamente para a produtividade, o engajamento e a satisfação.

Aliás, vale salientar que a produtividade e o absenteísmo são assuntos que devem embasar os programas de saúde de todas as empresas — visando inclusive, a atração e a retenção de profissionais talentosos e comprometidos.

A saúde organizacional também está atrelada ao ambiente de trabalho que, por sua vez, tem grande influência sobre as faltas e os atrasos. Para conquistar altas taxas de motivação é preciso que o gestor saiba administrar todos os possíveis conflitos internos, resolva os problemas rapidamente, tome decisões, evite a procrastinação, ofereça condições adequadas para o desenvolvimento das tarefas e elimine comportamentos nocivos — que normalmente envolvem preconceito, segregação, assédio ou discriminação.

A saúde física e mental dos colaboradores depende de uma gestão conciliadora, que respeite as diferenças, valorize as competências e talentos individuais, incentive a colaboração e reforce o senso de pertencimento.

Como se vê, a saúde organizacional é um conceito bastante abrangente, que deve ser reproduzido em todas as políticas, procedimentos, normas e processos da empresa. Por meio de um programa coordenado, é possível estabelecer ações convergentes à realidade dos colaboradores, com a proposta de melhorar a rotina das equipes.

Pois é preciso lembrar ainda que muitos problemas de saúde estão cada vez mais presentes na vida dos brasileiros. Além da diabetes, da hipertensão e do sobrepeso, surgem também a depressão, a síndrome do pânico, os transtornos de ansiedade, as fobias e as compulsões.

De fato, a sociedade moderna vive um momento conturbado, que se reflete também no universo corporativo. Por isso, é indispensável planejar medidas que minimizem os impactos negativos causados pelo trabalho, no bem-estar dos profissionais.

Porém, para serem realmente efetivos, os programas de saúde precisam contar com um orçamento compatível com as dimensões e os objetivos da empresa, com líderes verdadeiramente capacitados e empenhados e, ainda, com uma cultura organizacional direcionada à qualidade de vida dos colaboradores.

Síndrome de Burnout: como a saúde organizacional pode combatê-la?

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A síndrome de Burnout manifesta-se principalmente quando o profissional está sob pressão e, por isso, sente-se ameaçado. Responsabilidades, demandas, decisões, prazos, metas e resultados a serem alcançados amplificam esse sentimento e provocam inquietação ou até mesmo outros distúrbios psicológicos.

Além disso, os relacionamentos interpessoais críticos — com gestores, colegas e familiares — dão origem a desavenças e discussões que contribuem para um total desequilíbrio emocional. Os sintomas da síndrome de Burnout são, em linhas gerais, comportamentos derrotistas e hostis, como agressividade, irritabilidade, isolamento social, variações de humor, letargia, frustração, pessimismo e baixa autoestima.

É possível perceber também a incidência de fadiga, dificuldades de concentração, lapsos de memória, tristeza momentânea, cansaço constante, alterações do sono, dores musculares, enxaqueca, insônia, palpitação e aumento da pressão arterial. Este quadro é propício ao surgimento de doenças ainda mais graves, como o alcoolismo e a dependência química — que, em casos extremos, podem levar ao suicídio.

Entretanto, o diagnóstico da síndrome de Burnout deve estar baseado em exames específicos e em uma análise profunda sobre as condições de trabalho. No tratamento psicoterápico são avaliadas três vertentes:

  1. Os níveis de satisfação com a profissão e o cargo;
  2. A influência do ambiente interno;
  3. Os sintomas apresentados pelo profissional.

Por isso, a saúde organizacional deve contemplar uma série de ações orientadas a esses problemas. Um programa eficiente deve ser elaborado por um grupo multidisciplinar, que conte com médicos, fisioterapeutas, psicólogos, nutricionistas, assistentes sociais, técnicos de segurança e preparadores físicos.

Assim, é mais fácil estabelecer ações eficientes, que envolvam todas as variáveis que podem, de alguma forma, interferir no bem-estar das equipes.

Além disso, a saúde organizacional deve compreender outros fatores, como a importância de um plano de carreira alinhado às expectativas dos colaboradores e programas de treinamento com a intenção de preparar estes profissionais para novos desafios. Nesse caso, as competências comportamentais também precisam ser desenvolvidas — em especial a humildade, a resiliência, a inteligência emocional, a empatia, a persuasão e o poder decisão.

Aliás, esse é um ponto determinante para a formação de líderes. É preciso enfatizar que os líderes influenciam fortemente o clima organizacional, por meio da capacidade de conduzir suas equipes com uma gestão humanizada, colaborativa e agregadora.

Nesse sentido, o coaching pode ser um grande aliado aos programas de saúde corporativos, pois auxilia o líder — ou futuro líder — a identificar e a eliminar suas próprias fraquezas, limitações e medos, através do autoconhecimento, da autoconfiança e da autoliderança. Assim é mais fácil alcançar a maturidade necessária para superar as dificuldades do cotidiano.

Processos organizacionais x bem-estar do indivíduo: como encontrar o equilíbrio?

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As bases da saúde organizacional devem estar presentes em todas as rotinas que envolvem a operação. Afinal, esse conceito engloba diversos outros conhecimentos, tais como medicina do trabalho, saúde, higiene, ergonomia, psicologia, meio ambiente, combate a incêndios, engenharia e recursos humanos, além das práticas relacionadas à motivação, ao engajamento e à satisfação dos colaboradores.

A elaboração e aplicação de um programa de saúde depende de vários elementos, mas sempre deve considerar a cultura, os valores, as características e as peculiaridades da empresa. Somente por meio de um programa bem estruturado, com foco na prevenção de acidentes, na saúde e no bem-estar dos colaboradores, é possível otimizar processos internos, minimizar custos e desperdícios, eliminar desvios e, principalmente, aumentar os índices de produtividade.

Assim, além de obedecer à legislação trabalhista e evitar maiores transtornos, é essencial considerar diversos outros benefícios importantes, trazidos pela implantação de um plano de saúde efetivo — como a conscientização dos colaboradores, a redução de despesas com o plano de saúde corporativo, a queda nas taxas de absenteísmo e de rotatividade, a diminuição do número de atrasos pontuais, a retenção de talentos e, claro, os ganhos relativos à imagem e à respeitabilidade como boa empregadora.

É importante ressaltar que as condições de trabalho e as práticas de RH direcionadas à gestão de pessoas são aspectos facilmente percebidos pelos colaboradores e que têm grande impacto na construção da credibilidade de uma empresa perante o mercado.

O primeiro passo para garantir a criação de um programa eficiente é realizar um levantamento detalhado de todas as normas aplicáveis à operação, de acordo com a área de atuação e especialidades, além de uma análise técnica para identificar os riscos, gargalos e as oportunidades de aperfeiçoamento. Paralelamente, é preciso pesquisar as melhores práticas relacionadas ao gerenciamento do capital humano, buscando tendências e casos reais de sucesso.

A implantação de um programa de saúde deve ser encarada como um projeto corporativo e estratégico — e, por isso, precisa ser conduzida por meio de metodologias apropriadas. Assim, o ciclo PDCA (planejar, desenvolver, checar e ajustar) pode ser bastante útil.

Durante o planejamento, é fundamental definir regras e procedimentos internos que sustentarão os demais processos, além de verificar o provisionamento e a disponibilidade de recursos financeiros e humanos, identificar os treinamentos necessários e organizar o sistema de modo geral.

Depois, no desenvolvimento, vem a implementação e operacionalização do programa. Na sequência, a etapa “checar” serve para mensurar a eficiência das ações implementadas, a partir da comparação entre os dados anteriores e posteriores ao início do programa. Por fim, os ajustes fecham o ciclo.

Com base nas informações coletadas é possível corrigir as falhas e aprimorar políticas. Desse modo, fica evidente que o programa exige revisões constantes para estar sempre em consonância com as expectativas dos colaboradores e com as novidades do mercado. É importante frisar também que algumas práticas já são comprovadas e podem ser aplicadas rapidamente. Conheça algumas dicas para investir no bem-estar das equipes:

1. Campanhas educacionais

Os programas de saúde corporativos apresentam efeitos ainda melhores quando abrangem as famílias dos colaboradores. Através de eventos especiais, atividades, palestras e encontros, é possível sensibilizar a todos sobre a importância do equilíbrio para uma vida saudável.

Temas como uso de drogas, alcoolismo, violência, depressão, sedentarismo, obesidade e segurança pessoal são importantes — principalmente diante da realidade atual. Novamente, é preciso contar com profissionais capacitados para conduzir estas campanhas.

2. Pesquisa de clima organizacional

A pesquisa de clima organizacional é uma importante ferramenta de gestão. Por meio das respostas dadas pelos colaboradores sobre diversos aspectos — como condições de trabalho, remuneração, benefícios, relacionamento com o gestor, oportunidades de ascensão e incentivo à educação — é possível mensurar o nível de satisfação geral (neste post falamos sobre 3 dicas para medir a satisfação no trabalho de forma concreta).

Assim, é importante identificar as políticas mais eficientes e perceber os pontos que precisam ser corrigidos. Dessa maneira, os profissionais também têm a chance de formalizar suas reclamações, frustrações, desapontamentos e expectativas.

3. Benefício de atividade física

Além do plano de saúde, existem muitos outros benefícios corporativos que podem favorecer a qualidade de vida dos colaboradores. O benefício de atividade física demonstra a preocupação da empresa com a saúde e com o bem-estar de seus profissionais. Por meio dele, os colaboradores podem praticar atividades físicas todos os dias, da forma que melhor se adapta a sua rotina. Deste modo, este benefício contribui para a saúde física e mental e ainda promove a integração entre os colaboradores.

4. Alimentação balanceada

O programa de saúde precisa contemplar a alimentação dos colaboradores. Assim, as empresas que possuem refeitórios internos devem oferecer um cardápio repleto de refeições saudáveis. Neste caso, nutricionistas podem ajudar na definição e elaboração dos pratos.

Para as empresas que não têm esta estrutura, a sugestão é estabelecer parcerias com restaurantes que preparam opções mais equilibradas. Assim, todos os profissionais são estimulados a adotar novos hábitos. A distribuição de lanches ou mesmo as lanchonetes internas devem obedecer a esse mesmo conceito, evitando as “junk and fast foods”.

5. Incentivo ao aprendizado

O bem-estar do indivíduo também depende do conhecimento, do aprendizado e das chances de crescimento e ascensão profissional. Por isso, a concessão de bolsas de estudo é uma iniciativa importante para fortalecer a motivação e o engajamento das equipes. Vale lembrar que por meio da capacitação os colaboradores podem realizar as tarefas diárias com mais facilidade e, assim, aumentam a própria produtividade.

Além disso, o potencial criativo e intelectual é explorado, o que impacta positivamente na autoconfiança dos profissionais. Cursos de graduação, pós-graduação, especialização, atualização e de idiomas podem estar entre as alternativas oferecidas. Assim, é possível formar times mais competentes e comprometidos.

6. Horário flexível

O horário flexível vem ganhando cada vez mais espaço nas empresas. Considerando as diferentes realidades, momentos de vida e de carreira dos profissionais, esta possibilidade pode favorecer muito o bem-estar e a saúde das equipes.

Os compromissos com a faculdade, com o MBA, assuntos pessoais ou mesmo a rotina com os filhos pequenos podem prejudicar temporariamente o desempenho — em especial, nas grandes cidades, onde os deslocamentos demandam tempo e paciência.

A precariedade do transporte público, as distâncias a serem percorridas e o trânsito reforçam a sensação de cansaço e claro, tornam as jornadas mais improdutivas. Muitas vezes, essa flexibilidade é suficiente para alinhar as agendas e fazer com que o colaborador volte a apresentar uma performance mais adequada.

7. Ginástica laboral

A ginástica laboral é realizada coletivamente, no próprio local de trabalho, com a orientação de um professor de educação física ou de um terapeuta. Tem a finalidade de fortalecer as musculaturas mais exigidas durante a jornada, prevenindo problemas posturais e vários tipos de lesão.

8. Home office

Seguindo o mesmo raciocínio, o home office ganha força dentro do universo corporativo. Com a opção de trabalhar em casa ou em um ambiente alternativo — como os escritórios compartilhados — o profissional pode gerenciar melhor e otimizar o próprio tempo.

Para tanto, é preciso que haja disciplina, organização e responsabilidade, de modo que prazos sejam cumpridos e tarefas sejam entregues dentro dos padrões estabelecidos. Dessa forma é possível incluir outras atividades no dia a dia, que contribuem para a saúde e bem-estar, como a prática de esportes, a leitura, o estudo, o lazer e o convívio com a família.

Conclusão

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Com o planejamento e a implantação de um programa de saúde completo e estruturado, a empresa pode cumprir seu papel perante o Ministério do Trabalho, a Previdência Social e a sociedade de modo geral, pois estabelece condições favoráveis para que os profissionais possam atuar de forma segura e saudável.

Além disso, é preciso salientar que a adoção de políticas e práticas de gestão, direcionadas à saúde e ao bem-estar dos profissionais, pode trazer uma série de vantagens competitivas. Ambientes ergonomicamente planejados, climatização, processos produtivos inteligentes, adequação de EPIs (equipamentos de proteção individual), balanceamento de mão de obra, rodízios de tarefas e pausas programadas garantem a conjuntura ideal para as altas taxas de produtividade.

Ao mesmo tempo, as ações direcionadas à motivação e ao engajamento do capital humano também não podem ser negligenciadas. Neste quesito estão as políticas de remuneração e benefícios, os planos de carreira, o incentivo à educação, as oportunidades de crescimento e a preparação de novos líderes.

É preciso reforçar, também, a importância dos líderes para a saúde organizacional.
De fato, o estilo de liderança impacta fortemente no clima e nas relações interpessoais. Por isso, os gestores devem desenvolver competências técnicas, gerenciais e comportamentais — que incluem humildade, ética, altruísmo, escuta ativa, persistência, equilíbrio emocional e firmeza de propósito.

Outro fator relevante ao programa de saúde está relacionado à conscientização dos colaboradores — que devem evitar posturas inseguras, descuidadas e perigosas. Nesse sentido, a comunicação entre empresa e profissionais deve ser reforçada, por meio de campanhas educativas, treinamentos específicos, divulgação de conteúdos úteis nos canais internos e, principalmente, de uma gestão próxima e humanizada.

Afinal, os líderes são sempre bons comunicadores, capazes de conduzir suas equipes a um desempenho diferenciado. Existem vários mecanismos que facilitam esta comunicação, como os e-mails, newsletters, jornais e até mesmo os tradicionais murais de aviso — destinados a fomentar a cultura da prevenção aos acidentes e do cuidado com a saúde, em todos os seus aspectos.

Para complementar o programa de saúde é preciso providenciar também um mapeamento que contemple todo o organograma corporativo, a descrição de cada função, tarefas, exigências, competências, responsabilidades, salários e classificação de senioridade. Estas informações são fundamentais, já que muitos laudos e exigências legais estão baseados nas atividades exercidas pelos colaboradores.

Por isso, é essencial garantir o registro do histórico dos profissionais, incluindo cargos exercidos e períodos, além de assegurar que todos exerçam as funções previstas em seus respectivos contratos de trabalho. Vale lembrar que desvios desta natureza são responsáveis por boa parte das reclamações trabalhistas no país.

Com este mapeamento, é possível reconhecer os pontos críticos e providenciar as correções necessárias. Da mesma forma, é mais fácil identificar as políticas que precisam ser aprimoradas para garantir a satisfação das equipes. A saúde organizacional é um elemento estratégico e precisa estar atrelada a cultura corporativa, de modo a permear todos os processos — operacionais e administrativos.

Enfim, a saúde organizacional é um conceito muito amplo, que precisa ser explorado em todas as suas frentes dentro do universo corporativo. Iniciativas que garantam a saúde física e psicológica dos colaboradores devem estar sempre entre as prioridades.

A qualidade do clima, o potencial de liderança dos gestores, as condições de trabalho e as políticas direcionadas ao capital humano são os pontos principais de uma gestão inteligente e assertiva. Somente por meio desta gestão é possível conquistar a produtividade e chegar a resultados realmente expressivos para a organização.

E a sua empresa? Já investe em saúde organizacional? Quais práticas foram implementadas? Compartilhe a experiência com a gente por meio dos comentários!

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